A segunda onda da Industria 4.0 começou recentemente, mas já traz modificações significativas para o ambiente corporativo.

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A segunda onda da Indústria 4.0

A Indústria 4.0 é um termo que ecoa em nossa cabeça e, apesar de ser relativamente nova, ela já está em transformação. É a chamada segunda onda da Indústria 4.0 – tema deste nosso artigo. Acompanhe!

O conceito da Indústria 4.0 pelos olhos de seu criador

Uma explicação “simples” para o termo é dizer que ele se trata da fusão dos mundos digital, físico e virtual. A definição é do criador da Indústria 4.0 — ou  “Quarta Revolução Industrial” —  Henrik von Scheel, nomeado pelo jornal Financial Times como umas das autoridade mundiais líderes em estratégia e competitividade. De acordo com ele, essas três realidades se uniram para promover a maior mudança estrutural dos últimos 250 anos.

Scheel desenvolveu, em 2008, a ‘Agenda Digital’ da Alemanha, em um momento em que o país passava por dificuldades de produtividade e via seu crescimento econômico travado. A estratégia foi reunir indústria, universidades e governo e elaborar um roteiro para a economia, que tivesse como centro o aumento da eficiência em todos os setores de fabricação – mais detalhes em artigo do próprio autor.

A intenção era aumentar a produtividade e o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha, por meio da maior eficiência em todos os setores, com base em tecnologias e aplicativos já existentes na época ou encaminhando-se para o sucesso. Deu certo. E foi o começo da Quarta Revolução Industrial.

Para o considerado “pai” da nova indústria, dentre os principais resultados da fusão das realidades digital, física e virtual, estão:

  • Um crescimento sem paralelo em eficiência e produtividade;
  • Uma redefinição do cenário competitivo em uma escala nunca vista antes;
  • A introdução de produtos inteligentes e novos modelos de serviço;
  • A criação da próxima geração de excelência operacional;
  • A automação inteligente, a conectividade completa e o alinhamento verdadeiro em toda a cadeia de valor.

primeira onda da Indústria 4.0 teve início ainda em 2009. Ela configurou-se no encontro das tecnologias emergentes, envolvendo a digitalização, a Internet das Coisas, a robótica e sistemas como Advance Analytics e Cloud Computing – veja nosso artigo sobre tecnologias que estão mudando o comércio global.

Entretanto, desde 2016, já se vive a segunda onda…

A segunda e atual onda da Indústria 4.0 

A segunda e atual onda da nova indústria, por sua vez, vai ainda mais além. Segundo Henrik von Scheel – que você pode ver o perfil no linkedin, ela está focada em soluções como, e principalmente, a Inteligência Artificial (IA) — além de Blockchain (baseada em ativos), Automação Inteligente, Comunicação 6G, bem como em novas fontes de energia.

Essa fase da Indústria 4.0 também traz para os processos industriais, justamente, uma nova era de excelência operacional — ou seja, transforma a fabricação, as operações, os serviços de produtos, os sistemas de produção e, até, o design.

Nesse sentido, peças, máquinas e seres humanos, bem conectados — por avançadas soluções tecnológicas e digitais como Inteligência Artificial, Automação Inteligente e Comunicação 6 G —  terão a possibilidade de tornar os sistemas de produção mais rápidos e eficientes e, assim, chegar a um nível jamais visto.

O líder em estratégias e competitividade afirma que as mudanças propostas pela Indústria 4.0 exigem dos gestores uma busca por mudanças em seu modelo competitivo, aumentando a capacidade de fornecer produtos com preços mais baixos em toda a cadeia de suprimentos.

Scheel salienta que “os fabricantes precisam repensar toda a cadeia de valor” e também “precisam aplicar diferentes pensamentos e conjuntos de ferramentas“. Henrik von Scheel ainda pontua que existem apenas seis maneiras diferentes de modelar suas operações de fabricação. São elas: receita, valor, custo, desempenho, serviço e modelo operacional.

O ser humano no centro das mudanças

A autoridade referência em estratégia e competitividade faz outra importante observação, aqui: é o ser humano, e não a tecnologia (como a maioria das pessoas pensam), que está no centro da quarta revolução industrial.

“E embora a tecnologia certamente seja o principal impulsionador da segunda onda, o que pode ser a coisa mais fascinante sobre a mudança que está acontecendo hoje é a capacidade das tecnologias de IA de colocar os humanos no centro de tudo o que se esforça para alcançar. Esse fato o diferencia das revoluções industriais do passado”, enfatiza Henrik von Scheel.

Ele destaca que as empresas não podem atrasar o avanço de suas jornadas digitais de IA porque se assim o fizerem ficaram para trás de seus concorrentes que já adotam essas vantagens competitivas – fazendo com que o fosso entre os líderes e os retardatários cresça rapidamente.

Vale salientar que já se projeta uma terceira onda da Indústria 4.0 — esta, a partir de 2025. Ela envolverá a Computação Quântica, a Cibersegurança, a Neuro-tecnologia, a Nano-tecnologia e a Bioinformática.

Agora — conhecendo um pouco melhor a respeito dessa redefinição do cenário competitivo — não é difícil concluir que a busca por novos equipamentos, peças, produtos e serviços (modernos, atualizados e da mais alta eficiência) é uma necessidade para a evolução do processo industrial. A empresa que deseja  crescer precisa estar à frente da concorrência.

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